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Se ele parar tudo pára. É por ele que passa o nosso sangue, a nossa vida. É uma palavra que traz todos os sentimentos contraditórios relacionados ao ser humano. A palavra está na boca dos artistas, poetas, profetas, líderes espirituais, cidadãos de toda parte, e como diz Chico Buarque, “Há nada como um tempo, após um contratempo pro meu coração”.É desses contratempos de ordem física no corpo humano, que o Serviço de Cardiologia do Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná cuida com a qualidade de uma unidade de alta complexidade.

O coordenador da Cardiologia, José Fernando Martins, nos seus mais 40 anos de carreira, cuidou, operou, tratou de um número inestimável de corações e viu o hospital transformar-se no maior complexo hospitalar de atendimento integral do Serviço Único de Saúde

É com emoção que Dr José Fernando se refere ao hospital e ao curso de Medicina, que ele, junto com outros, acompanham desde 1989, quando o Hospital Regional foi inaugurado. “Temos muito o que contar e fazemos tudo isso por amor”. Formado em 1974, Martins é especialista em Cardiologia pela Associação Brasileira de Cardiologia.

Para ele, a cardiologia do HUOP evoluiu, mas o sonho é sempre maior é de ter mais condições para tratar na saúde pública, com equipamentos de ponta. Atualmente o corpo da especialidade a é formado por oito médicos, mais dois médicos da cardiologia pediátrica e tem o reconhecimento de ser uma Unidades de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular, já que tem, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de

O HUOP conta exames como MAPA, Holter, ECG, serviço de hemodinâmica do que permite diagnosticar, em pouco tempo, eventuais alterações cardíacas. A técnica é mais conhecida como cateterismo, um meio pouco invasivo de tratar das doenças do coração.

A unidade tem serviço de ambulatório com oito salas, local em que internos e residentes estudam além de aparelhos de ultrassom, marca passo, teste de esforço., o já referido holter de 24 horas, entre outros.

Segundo José Fernando Martins, é fundamental que os médicos e outros profissionais de saúde fiquem por dentro dos novos métodos diagnósticos e também das atualizações nas diretrizes dos mes De acordo com dados do Ministério da Saúde, quase 30% de todas as mortes registradas no Brasil são em decorrência de doenças cardiovasculares, como a hipertensão, que atinge mais de 30 milhões de brasileiros.

Parte dessas doenças não tem cura. Mas podem ser tratadas ou até mesmo evitadas. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, mas além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável.

O HUOP faz cirurgias e tratamento de alta complexidade em adultos e crianças. A dona de casa Z.R, 34 anos, acompanha a filha de apenas três meses de idade. A doença foi identificada ainda no útero da mãe e desde que nasceu passou por uma cirurgia, em Curitiba, e agora faz o tratamento no Hospital. “Ela já fez uma cirurgia em Curitiba e é acompanhada pelo HUOP, que dá todo o atendimento necessário. E dou graças a Deus porque não tenho como pagar um hospital particular”, diz a mãe.

8 dicas para cuidar do coração:

  •  Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
  •  Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
  •  Praticar atividade física regular;
  •  Aproveitar momentos de lazer;
  •  Abandonar o fumo;
  •  Moderar o consumo de álcool;
  •  Evitar alimentos gordurosos;
  •  Controlar o diabetes. (fonte Ministério da Saúde).

Por Mara Vitorino

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Jose Fernando, acompanhou historia do HUOP (direitos reservados à FOTO Saúde News)

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